6 motivos para comprar um imóvel na planta

Usado ou na planta? É muito comum que essa dúvida surja entre aqueles que buscam comprar o seu imóvel. Hoje em dia, apesar de existirem construtoras descomprometidas, é raro que aconteçam atrasos ou problemas ao se optar por comprar um imóvel novo e, ao escolher uma assessoria imobiliária qualificada, estes riscos são reduzidos à praticamente zero.

 

6 motivos para comprar um imóvel na planta (Imagem: Pexels)

 

Portanto, caso a opção seja por um imóvel na planta, você pode fazer isso com muita tranquilidade, utilizando o auxílio de uma imobiliária qualificada e experiente.

Dentre as vantagens em se optar por esse tipo de compra estão as condições de pagamento mais flexíveis e o processo de documentação menos burocrático. No entanto, estas são apenas algumas das razões para se optar por um imóvel na planta. Veja abaixo, 6 motivos para se comprar um imóvel na planta:

Pagamento

As ofertas realizadas pelas construtoras e imobiliárias costumam chamar a atenção dos compradores. No geral, é possível dar uma entrada até a entrega das chaves e parcelar o restante com o banco escolhido, com mensalidades que chegam a ser bastante acessíveis.

Documentação sem burocracia
Por nunca terem sido habitados, imóveis na planta (no geral) possuem menos problemas relacionados à sua documentação, como despesas atrasadas por antigos moradores.

Valorização
Se o imóvel negociado possui uma boa infraestrutura e está localizado em uma região interessante, ele pode se tornar um excelente investimento, uma vez que o seu valor vai aumentar após a construção.

Do seu jeito
Por possuir mais tempo para planejar a mudança, em um imóvel novo você pode pensar com calma os ambientes do novo lar, comprando inclusive móveis sob medida.

Sem reformas
Com instalações novas e nunca usadas, o risco de que precisem ser feitas reformas relacionadas é quase nulo. Isso evita uma série de despesas que poderiam decorrer na compra de um imóvel usado, por exemplo.

Facilidades e lazer
Diferentemente de imóveis mais antigos, atualmente a opção de imóveis novos e lançamentos com diversas opções de lazer para toda a família é grande. Isso é uma grande vantagem para aqueles que buscam um espaço onde todos possam aproveitar.

 

Como economizar na hora de comprar um imóvel

Em tempos de recessão econômica, fazer um financiamento imobiliário se tornou uma dúvida frequente entre os brasileiros. Mas existem cuidados que podem fazer com que o risco seja menor. Confira agora, cinco dicas de especialistas em finanças para economizar na hora de comprar um imóvel.

Dicas para economizar na compra de imóveis. (Foto: Pexels)

Comprometa no máximo 30% da sua renda
O comprador deve se atentar para não comprometer mais do que 30% de sua renda familiar nas parcelas mensais de um financiamento imobiliário. Assim, é relevante que o preço do imóvel seja adequado com a sua expectativa de renda nos anos seguintes. Uma opção é pedir ao banco uma simulação das parcelas mensais durante o tempo do financiamento.

Atenção às taxas de juros
Antes de assinar o contrato com o banco, o comprodor deve procurar outras instituições e comparar suas taxas de juros. Incluir na análise os encargos cobrados e os prazos de pagamento também é de extrema importância.

Capriche na entrada
Por mais que exista uma tendência de queda da taxa básica de juros, os juros do financiamento imobiliário praticados ainda são altos. Quanto maior o valor da entrada, menor será o montante a ser financiado e, portanto, mais barato sairá o imóvel. Usar o saldo do FGTS para incrementar este pagamento inicial é uma solução viável.

Aluguel
Aqueles que vivem de aluguel e desejam adquirir um imóvel, devem atentar-se para o valor da parcela mensal do financiamento, que deve ser condizente ao do aluguel. Já para os que pretendem adquirir um imóvel na planta, o ideal é que a soma de aluguel e prestação não ultrapasse os 30% da renda familiar.

Estado do imóvel importa
Reformas geram despesas, que devem ser incluídas na previsão do valor final do financiamento. Assim, é importante que o comprador verifique o estado do imóvel.

Passo a passo para comprar um imóvel com segurança

Para muitos, o sonho da casa própria está cada vez mais próximo. No entanto, muitas dúvidas ainda surgem quando pensam no passo seguinte. Saber os documentos e certidões corretas e a hora certa de pagar o sinal, por exemplo são dúvidas frequentes na compra do primeiro imóvel. A seguir, um pequeno passo a passo, baseado em entrevista com especialistas no assunto mostra como passar por isso sem dores de cabeça.

Foto: acervo PEXELS

CONHEÇA O IMÓVEL

É ideal que o futuro proprietário procure o máximo de informações sobre o imóvel, como valor de condomínio e taxas, IPTU, além de verificar se as mesmas possuem situação regular.

 

PROBLEMAS
Junto a um profissional, verifique se o imóvel possui problemas estruturais, como infiltrações, por exemplo. Utilizar uma assessoria imobiliária especializada pode ajudar, uma vez que o profissional possui expertise para auxiliar bastante nesta etapa.

 

REGISTRO DE IMÓVEIS

Os imóveis, sendo eles novos ou usados, possuem uma matrícula em um Registro de Imóveis. Para conhecer a situação da unidade, o interessado deve solicitar a certidão de ônus reais do imóvel, onde constam informações como o nome do titular, vagas de garagem, área e pendências.

 

ENTREGA

Se o imóvel for comprado na planta, deve-se atentar para a seriedade e histórico da construtora responsável pelo empreendimento, conferindo residenciais já entregues pela mesma e os respectivos prazos de entrega.

 

DOCUMENTAÇÃO

São necessárias, a certidão de ônus reais do Registro de Imóveis, certidões das Varas da Fazenda Pública (imóvel), certidão da prefeitura, que indique a situação do IPTU, por exemplo, além da declaração de quitação do condomínio e certidão do Corpo de Bombeiros.

Em relação aos documentos obrigatórios dos vendedores, são eles, as certidões dos distribuidores cíveis, certidões de interdições e tutelas, certidão da Justiça Federal, certidão das Varas da Fazenda Publica (vendedores), além da certidão de ações trabalhistas.

 

SINAL

Caso tudo esteja correto, é o momento de firmar um acordo de compra e venda e pagar o sinal. Ele geralmente representa aproximadamente 10% do valor do imóvel, mas não é obrigatório e depende de um acordo entre o vendedor e o comprador. Na transferência, ainda existe a taxa municipal ITBI, que deve ser pago pelo comprador. Ela varia conforme a cidade e fica em aproximadamente 2% do valor do imóvel. Após isso, é marcada a assinatura da escritura.

 

ESCRITURA

Após ter o sinal e ITBI devidamente acertados, é feita a escritura. Vale atenta que a compra só é efetivada após o registro da escritura no Registro de Imóveis.

 

PAGAMENTO

Um acordo entre as partes pode definir a etapa de pagamento, ou no caso de financiamento, por exemplo, os bancos liberam o pagamento oficialmente, na maioria das vezes, após o RI.

Vale ressaltar que a compra de um imóvel feita junto à uma consultoria imobiliária especializada pode evitar surpresas e dores de cabeça ao passar por todas estas etapas. Os profissionais em questão já estão habituados com o processo e conseguem olhar pelos interesses do comprador de forma que concretizem o melhor negócio.

Mercado imobiliário sinaliza recuperação

A dúvida entre ter seu próprio imóvel ou optar por alugar é uma questão comum para boa parte das pessoas ao longo de suas vidas. Com a desaceleração econômica dos últimos anos, investir em um bem se tornou algo mais difícil. Isso se deve principalmente ao alto número de desempregados, junto à crescentes taxas de juros que trouxeram insegurança por parte dos compradores de imóveis.

Empreendimento Upside View, nas Mercês. (Foto: Divulgação)

No último trimestre de 2017, uma nova perspectiva sinaliza um desempenho mais animador para o próximo ano. Existem estimativas de que existe um crescimento de cerca de 10% no mercado imobiliário, acompanhado de uma valorização de 5% no valor dos imóveis. Um dos pontos que refletem nestas perspectivas é a recuperação da economia do país, sentido principalmente devido à redução na inflação, que saiu de 10,7% em 2015 para 6,3% em 2016 depois de uma redução no juro básico Selic, que tende a chegar a 7% ao ano. Assim, o PIB do país aumenta e o dinheiro volta a circular no mercado.

OPORTUNIDADE
Este cenário de redução de juros indica uma retomada dos preços em vendas futuras, sinalizando que novos lançamentos venham junto à essa nova realidade econômica e assim, que os preços voltem a subir.

Dessa forma, o momento se mostra bastante favorável para quem possui o dinheiro para investir em um imóvel, uma vez observada a tendência de uma rápida valorização nos imóveis.

Seleção especial de studios

Para aqueles que estão buscando sua primeira casa ou apenas um lugar compacto para viver, selecionamos em nosso portfólio 4 opções de studios nos melhores bairros da cidade. Em nossa seleção, temos dois deles inteiramente mobiliados e dois prontos para receber a personalização e o acabamento que você desejar.

 

STUDIO DECORADO IGLOO 

Studio no Igloo (Foto: Imóveis de Primeira)

O primeiro deles fica no Igloo, empreendimento referência em modernidade e tecnologia. Ele fica no bairro Vila Izabel, ao lado do Festval do Água Verde e conta com um alto padrão construtivo e projeto moderno.

Cozinha do studio no Igloo (Foto: Imóveis de Primeira)

Entre as áreas comuns do empreendimento, destaca-se a piscina aquecida e o espaço fitness inteiramente equipado. Também, o prédio conta com área gourmet, salão de festas, garagem especial preparada com vagas verdes, e projeto que contempla a sustentabilidade e o conforto no cotidiano de seus moradores.

Projeto diferenciado do banheiro no studio. (Foto: Imóveis de Primeira)

Em relação ao apartamento, trata-se de um studio open space exclusivamente mobiliado com o mais alto padrão e bom gosto, além de projeto especial de decoração e iluminação. Ele conta com 33m² de área útil, além de uma vaga de garagem.

Valor: R$ 300.000,00

 

STUDIO INK CHAMPAGNAT

Dormitório do studio no Ink Champagnat. (Foto: Imóveis de Primeira)

Já o segundo é localizado no Ink Champagnat, um prédio exclusivo a 5 minutos do Parque Barigui. Nesse prédio, o morador conta com uma área de lazer completa, com diversos salões de festas, academia e piscina com borda infinita e vista panorâmica de Curitiba. Além disso, sua localização é incrível, ao lado do Bigorrilho e do Batel.

Cozinha do studio. (Foto: Imóveis de Primeira)

Já quando se refere ao apartamento, estamos falando de um espaçoso studio com mobília e decoração – você só precisa arrumar as malas e mudar. Ele conta com iluminação natural por meio de um janelão que se estende por quase todo o apartamento.

Áreas do studio (Foto: Imóveis de Primeira)

Valor: R$ 270.000,00

 

STUDIO BATEL 1550

Requinte e conforto neste empreendimento no Batel. (Foto: Imóveis de Primeira)

Os outros dois estudios estão comlpetamente prontos para receberem os móveis e acabamentos que você desejar. O primeiro deles fica no Batel, em plena avenida do Batel. Com 45m² de área útil, sacada privativa, persiana motorizada no dormitório e áreas comuns com infraestrutura completa.

Espaçoso studio no Batel (Foto: Imóveis de Primeira)

No empreendimento, você conta com piscina coberta aquecida com raia, espaço gourmet, lavanderia e fitness completo. Acabamentos de alto padrão e conforto sem igual – qualidade de vida garantida na melhor região da cidade!

Valor: R$ 547.000,00

 

STUDIO 7TH AVENUE

7th Avenue (Foto: Imóveis de Primeira)

Já no segundo, trata-se de um studio no 7th Avenue – a poucos metros do centro! Com uma visão privilegiada, ele conta com uma área de lazer completa, com fitness e piscina em visão panorâmica.

Studio pronto para receber seus acabamentos. (Foto: Imóveis de Primeira)

Serviços exclusivos, lazer e tendências combinadas em um novo marco tanto para a paisagem da cidade quanto para a sua vida.

Studio de 30m² no 7th (Foto: Imóveis de Primeira)

Com 30m² privativos, ele conta com serviços per-pay-use, como lavanderia, terapias e massagens, café, fitness e esportes, limpeza e manutenção das unidades.

Valor: R$ 205.900,00

 

As propriedades em nossa seleção possuem valores promocionais, que permanecerão assim por tempo limitado. Consulte mais informações e condições com a nossa equipe especializada, nos enviando um Whatsapp para (41) 99880-6203 que conversamos melhor 

Quais os documentos para comprar ou vender um imóvel?

Reunir toda a documentação necessária para comprar um imóvel não é algo simples. Além de solicitar uma grande variedade de documentos, é necessário reservar tempo e dinheiro. Segundo levantamento, as despesas podem chegar a representar até 5% do valor do imóvel.

O valor das taxas pode variar conforme estado, porém a papelada e idas ao cartório também devem ser consideradas. Eles autenticam certidões e registros necessários para a venda.

Antes de fechar negócio, o interessado precisa verificar se toda a documentação do imóvel e do vendedor está em ordem. Isso inclui certidões negativas de cartórios de protesto, certidões forenses dos distribuidores civis e fiscais.

Também é importante solicitar a certidão negativa de débitos municipais, para ter certeza que não há dívidas e multas pendentes na prefeitura, declaração de quitação de débitos condominiais – neste caso para compra de apartamento, comprovantes de pagamento das três últimas contas de água, luz e gás e cópia do carnê do IPTU.

Além disso, é preciso ficar de olho no ITBI, o Imposto sobre a Transmissão de Bens Intervivos, com uma alíquota média de 2% do valor total do imóvel. Então, se um imóvel é vendido por R$ 300 mil, o valor se refere a aproximadamente de R$ 6 mil.

(Foto: Pexels)

Os documentos podem variar conforme se está comprando ou vendendo.
Para o comprador, sendo pessoa física, são necessárias:

• Cópia do RG

• Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF)

• Cópia do Comprovante de Residência

• Cópia do Comprovante de Estado Civil

• Carteira de trabalho e extrato do FGTS (caso seja utilizado o FGTS na compra)

• Se o comprador tiver menos de 21 anos, deve apresentar também a cópia da Escritura de Emancipação

• Se o comprador é solteiro, o comprovante de Estado Civil é a cópia da Certidão de Nascimento

• Se o comprador é casado,  o cônjuge deve apresentar os mesmos documentos citados acima e ambos devem apresentar em conjunto a cópia da Certidão de Casamento, observando o regime:
– Comunhão Parcial de Bens na vigência da Lei (somente certidão)
– Comunhão Universal de Bens antes da vigência da Lei (somente certidão)
– Comunhão Universal de Bens na vigência da Lei (com pacto)
– Separação Obrigatória de Bens (com pacto)
– Separação Total de Bens (com pacto)

• De participação final dos aquestos (com pacto)

• Se o comprador tem uma união estável, deve apresentar a cópia da escritura pública de pacto antenupcial, caso o casamento tenha se realizado em data posterior a dezembro de 1977, com regime de comunhão total ou de separação de bens.

• Se comprador é separado ou divorciado, deve apresentar a cópia da Certidão de Casamento com Averbação ou o Termo de Audiência.

• Se comprador é estrangeiro não residente no Brasil, deve apresentar: cópia do CPF e passaporte além de uma cópia da procuração pública para pessoa física residente no Brasil, com poderes de compra e venda de imóveis e cláusulas específicas para notificar e citar procurador extra e judicialmente. Também é preciso mostrar uma cópia do RG e comprovante de residência do procurador

• Se o comprador é autônomo ou microempresário e não tem, portanto, um holerite, pode comprovar renda através da declaração de imposto de renda, com os três últimos extratos bancários e com o pro labore (remuneração de um sócio-administrador de uma empresa).
Já para vendas como pessoa jurídica, são necessários:

– Cópia do Contrato Social
– Cópia do CPF dos representantes legais
– Cópia do RG dos representantes legais
– Cópia da última alteração contratual
– Cópia do cartão do CNPJ
– Cópia do balanço atualizado
– Cópia dos 3 últimos extratos bancários (PJ).

Já para o vendedor, os documentos são necessários para mostrar se existem dívidas atreladas ao imóvel e se ele possui registro.

– Cópia autenticada da escritura definitiva em nome dos vendedores, registrada no Cartório de Registro de Imóveis
– Certidão negativa vintenária de ônus reais (o documento traz todo o histórico do imóvel nos últimos 20 anos e especifica se existe alguma dívida)
– Registro de ações reipersecutórias e alienações (para saber se o imóvel foi vendido informalmente a alguém). O documento é emitido pelo Cartório de Registro de Imóveis
– Certidão negativa de impostos expedida pela prefeitura ou cópia do carnê de imposto predial dos últimos cinco anos
– Cópia autenticada do IPTU do ano, acompanhada de parcelas pagas até a data do negócio, expedida pela prefeitura
– Averbação da construção junto ao Cartório de Registro de Imóveis
– Planta do imóvel aprovada pela prefeitura ou croqui com dimensões, assinado pelo engenheiro ou arquiteto com respectivo número do Crea (registro profissional)
– Certidão negativa de débitos condominiais (em caso de apartamento)

Já para o vendedor, como pessoa física, são necessárias apresentar:

– Ações na Justiça Federal
– Ações cíveis
– Interdição, tutela e curatela
– Ações das Fazendas Estadual e Municipal (Executivos Fiscais)
– Protesto de títulos
– Certidão de quitação de tributos e contribuições federais (se for comerciante)
– Certidão quanto à dívida ativa da União (se for comerciante)
– CND/INSS, com a finalidade da Lei nº 8.212/91 (se for comerciante)
Contrato de compra e venda

Ele precisa que seja feito junto a um advogado especialista na área e deve conter:

– Informações dos compradores e vendedores> nome completo, RG, CPF, título de eleitoral, profissão e estado civil
– Valor total do imóvel
– Forma de pagamento
– Valor dado como sinal
– Período das parcelas pagas e taxas de juros envolvidas
– Multas envolvidas em caso de rescisão de contrato, atraso na entrega do imóvel ou entrega do imóvel em condições diferentes daquelas conhecidas e negociadas
– Comissão da imobiliária
– Caso o imóvel seja vendido com alguma mobília, os itens também devem constar do documento
Certidões
Todas as certidões são providenciadas após a assinatura do contrato de compromisso de venda e compra. As certidões devem “negativas”, ou seja, não carregar nenhum tipo de ônus sobre o imóvel – como hipoteca, penhora, usufruto, dívida com a Receita Federal.

Se houver algum problema, dívida, ou ônus, ela é chamada de certidão “positiva” e pode comprometer o processo de compra e venda do imóvel. Mas a certidão positiva não necessariamente inviabiliza a compra. Elas devem ser negativas, mas caso apresentem apontamentos (certidão positiva), é necessário verificar se a ação apresenta risco para a venda, como uma futura penhora do imóvel.

Além disso, as certidões têm duração de 60 dias e podem ser obtidas através de um despachante ou pessoalmente nos cartórios de Registro de Imóveis, Protesto e Registro Civil. Algumas delas podem ser solicitadas online, como a certidão de dados cadastrais do imóvel, o chamado IPTU, ou a certidão negativa de débitos de tributos imobiliários.

Mercado curitibano acompanha mudanças no perfil de seus novos empreendimentos

Setor imobiliário volta a investir em edifícios com menos unidades e áreas comuns enxutas. Economia e escassez de terrenos são os principais fatores de impacto na mudança de perfil.

Edifícios com menos unidades e áreas comuns mais enxutas voltam a ganhar espaço no setor imobiliário. Situação econômica e a escassez de terrenos são os principais fatores de impacto na mudança de perfil.

Piscinas e inúmeros espaços e itens de lazer e convivência são alguns dos chamarizes que atraíram moradores para os condomínios-clube que se proliferaram em Curitiba nos últimos anos. A crise econômica, no entanto, enxugou o tamanho dos empreendimentos residenciais na cidade, em especial nos últimos três anos. Para contornar a crise que impactou o setor imobiliário, construtoras apostam em prédios que oferecem menos unidades e apostam na exclusividade.

Áreas de lazer do empreendimento Silicon Valley. (Imagem: divulgação)

Especialistas apontam que a redução do número de lançamentos com mais de uma centena de apartamentos também tem relação com a escassez de áreas disponíveis.

Construtoras locais também estão trabalhando com lançamentos que oferecem áreas comuns enxutas, diminuindo o preço das unidades e de manutenção. O Terra Gutierrez, empreendimento recentemente entregue próximo ao Clube Curitibano, investiu em um projeto que valoriza ao máximo as áreas privativas das unidades, com o mínimo de área comum.

“Teve um momento de lançamentos de condomínios gigantescos que chegavam a ter centenas de itens de recreação. Isso gera dificuldade de manutenção, controle e custo – você tem que criar praticamente a estrutura de um clube para gerir isso”, complementa o arquiteto. O arquiteto Frederico Carstens destaca ainda que muitas pessoas não se adaptaram aos clubes residenciais, por sentirem-se “apenas um número” entre tantos moradores.

“Os condomínios menores têm mais inserção na vida urbana, menos burocracia para o viver, menos custos. As áreas de lazer são as necessárias, que basicamente são a área do fitness, área de diversão das crianças e o salão de festas”, conclui Carstens.

Ver a matéria completa em: http://www.gazetadopovo.com.br/haus/imoveis/mercado-muda-perfil-dos-empreendimentos-lancados-em-curitiba/

Valor dos imóveis residenciais fica estável em outubro

De acordo com pesquisa Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), feita com base nos anúncios de 20 cidades no site Zap Imóveis,  o preço médio dos imóveis residenciais no País ficou estável entre os meses de setembro e outubro.

Imagem: pexels

Em outubro, 10 das 20 regiões que participaram da pesquisa obtiveram queda dos preços anunciados, como foi o caso de Niterói (-0,26%), Distrito Federal (-0,38%), Rio de Janeiro (-0,47%) e Santos (-0,58%).

Nas demais regiões houve aumento nos preços em cidades como Goiânia (0,20%), Curitiba (0,24%), Porto Alegre (0,45%) e Belo Horizonte (0,51%). Na cidade de São Paulo, maior mercado imobiliário do País, foi registrado aumento de 0,16%.

O valor médio do metro quadrado dos imóveis residenciais anunciados nas 20 cidades foi de R$ 7.633. O Rio de Janeiro se manteve como a cidade com o preço mais caro do País (R$ 9.871), seguida por São Paulo (R$ 8.728) e Distrito Federal (R$ 8.255).

Na íntegra em: IstoÉ Dinheiro

Clássicos do design: chaise Rio

A contemporaneidade inconfundível que os traços de Oscar Niemeyer transmite, sem dúvidas é cheio de formas orgânicas e nos remete à inúmeras referências brasileiras. O que poucos tem conhecimento, no entanto, é que o arquiteto levou seu traço também para o design mobiliário.

Chaise Rio e as marcas de seu desenho. (Imagem: Pinterest)

Criada em 1978 por Niemeyer em colaboração com sua filha, Anna Maria Niemeyer, a Chaise Rio é a tradução do seu trabalho como arquiteto. Seu desenho transmite toda a fascinação do arquiteto por formas curvas e orgânicas.  A chaise é a sua peça mais famosa e, como todos os seus trabalhos, é um clássico atemporal e uma verdadeira obra de arte. Além de bonita, a peça é inovadora, pois consegue se manter em equilíbrio em um ponto só, permanecendo em balanço.

Chaise Rio em uma composição de um living carioca. (Imagem: Pinterest)

Sem dúvidas, um ícone do design mobiliário, que traz consigo todo charme e história de Niemeyer para o ambiente.

Bom final de semana! 😉

JARDINAGEM: dica para um jardim mais bonito

Seja um amante de jardinagem ou apenas alguém que gosta de ver bonito seu cantinho verde em casa. Dedicando uma atenção especial a alguns detalhes, a certeza de um jardim bonito e saudável é bem maior.

O cuidado no paisagismo em locais de grande quantidade de vento. (Imagem: Multi Nucleo)

E a dica é: cuidado com o excesso de vento no jardim!

Embora ele seja benéfico para as plantas, ajudando na manutenção e sua polinização, ele também pode fazer com que a água da rega possa evaporar mais rápido. Dessa forma, se você cultiva um jardim com plantas sob ventania constante, lembre-se que ele precisa ser regado e adubado com uma frequência maior.

Um aliado nessas horas podem ser os sistemas de irrigação automatizado, que cuidam de todos os detalhes de forma autônoma, além de serem mais econômicos alguns até utilizam a própria água da chuva no processo.
Se você mora em casa e estiver pensando em refazer seu projeto de jardim, vale conversar com seu paisagista e considerar instalar esse sistema. Caso more em condomínio ou esteja buscando um apartamento, você pode se atentar ao fato de muitos empreendimentos já adotarem estes sistemas. Em nosso portfólio, inclusive, possuímos diversas opções de empreendimentos que adotam essa tecnologia. Caso tenha interesse, entre em contato e lhe apresentamos alguns destes imóveis.

Nos vemos sexta-feira! 😉